Domingo, Outubro 18, 2009

I Caminhada da Natureza

Hoje o dia foi de aventura. Dia de caminhar pelo mato... Pela natureza. Conhecer as lindas paisagens que circundam a cidade e que a muita gente que vive aqui ainda não viu. Muito menos os turistas que aqui aportam.


Agora a rota está aberta. A trilha pré-elaborada pela equipe de turismo da Prefeitura, sob a Coordenação de Theodomira Alves de Oliveira Lima é um percurso de fácil acesso, mas muito agradável.


Uma parte da caminhada foi feita pela estrada que vai para Guiratinga, MT. Isso até a saída do bairro dos Currais, um dos primeiros da cidade. Bairro histórico, com casas antigas. Simples, casa de gente humilde, como é o povo de Poxoréu. Ali, dobrando a direita, logo depois da Igreja de São Francisco, chega-se à famosa Gruta dos Currais. Da trilha à gruta, há uns trinta metros de subida. Nessa ocasião o passeio passou de largo e não subiu à gruta. Mas ela é uma oportunidade interessante para o turista de aventura. Já tive a satisfação de ir lá durante os anos oitenta. Puxa vida! Nem me dava conta de que já faz mais de vinte anos.
Depois da gruta, quebrando à direita, numa trilha de não tão fácil acesso, chega-se à Casa de Pedra. Ali pescadoras e pescadoras pescavam com anzóis o peixe para o almoço. Será que é proibido pescar o almoço? Acho que não!

Nem todos desceram até a Casa de Pedra. Somente alguns privilegiados o fizeram.
Os demais seguiram rio abaixo até o ponto da travessia do rio.
Que espetáculo! Que paisagem linda de se ver.
É uma viagem que sempre será lembrada pelos professores, alunos e outros profissionais da cidade que participaram desse passeio pela natureza.

Travessia do Poxoréu


O rio Poxoréu é a principal corrente de águas da cidade. A Usina José Frgelli é alimentada com suas águas, acrescidas das águas do ribeirão Areia.



A 1ª Caminhada da Natureza teve início com a sua travessia pela ponte que liga a cidade de Poxoréu ao antigo bairro dos Currais, atual Mochão Dourado, o primeiro destino dos “caminheiros”, que durou uma meia hora a passos...Saindo dos Currais, o passeio prosseguiu outra vez em direção ao rio Poxoréu. Ali ele é largo, com grande caudal.



A equipe organizadora amarrou uma corda para que os caminhantes atravessassem. Foi uma delícia. Além de se refrescar nas águas convidativas, os participantes faziam a festa, na ola da corda que insistia em ser levada pela correnteza.


Uma travessia tranquila, com uma visão espetacular do Morro do Mano ao fundo, para onde prosseguiu a marcha.

Nas terras do mano


A visão do Morro do Mano dominou a maior parte do percurso da 1ª Caminhada da Natureza, realizada em Poxoréu. Que linda construção divina. Um imenso maciço rochoso. De suas proximidades também avistamos o Morro da Mesa. Dali, a impressão que se tem é a de que, este colosso é maior do que aquele, embora saibamos que não é verdade.
















A paisagem parece aqueles quadros surreais que os nossos pintores tem produzido. Não parece real. Mas é real. E que beleza. A casa do Mano, proprietário das terras é uma casinha aconchegante ao sopé do grande morro. Que visão privilegiada a deles e que, durante essa primeira caminhada, pode ser compartilhada pelos aventureiros poxoreanos.














O Morro do Mano é uma paisagem que pode deixar de ser vista e apreciada por qualquer um que ama a Natureza. Ele é um presente do Criador. E, na verdade, não é somente um morro, mas sim uma sucessão deles. A fazenda está cercada de morros. Cada um mais belo do que o outro.

A visão de Poxoréu


A 1ª Caminhada da Natureza percorreu os morros e matas do entorno da cidade de Poxoréu. Mas, procurando manter o referencial, os caminhantes sempre estávam de olho por entre as árvores para tentar avistar a cidade.

A primeira visão foi feita após a saída do bairro Monchão Dourado, o antigo bairro dos Currais, no primeiro ponto de parada para tomar água e dar uma descansada, além de ouvir as instruções dos guias e organizadores. Dali, olhando através do vale do Rio do Poxoréu, avistava-se ao fundo a doce e amada cidade. Não era uma grande visão, mas era o suficiente para sentir a sua proteção. Como é bom estar à sombra aconchegante de Poxoréu.

A segunda visão foi feita já quase na chegada ao Córrego Boróro. Os participantes da aventura caminhavam pela trilha, seguindo as bandeirinhas e o barulho das águas próximas. Isso era um sinal de que estavam na direção certa. Mas de repente... Por entre os arbustos, ei-la que surge... Poxoréu, a torre da matriz e os telhados de algumas casas.

Já um pouco cansados da caminhada, a visão era um incentivo para continuar. Já estavam chegando ao final da jornada.

Como é bom chegar em Poxoréu, mesmo que se tenha apenas ido dar uma pequena volta por seus matos. A sensação é a de que faz tempo que a gente saiu e que agora estamos voltando para a nossa casa. E como é bom estar em nossa casa, em Poxoréu.

Final da Caminhada




A Equipe de Turismo de nossa cidade está de parabéns pela definição do roteiro da caminhada, bem como pela organização e realização do evento. Tiramos o chapéu para a Coordenação da Secretaria Theodomira Alves de Oliveira Lima, mas principalmente aos amantes da natureza que não perderam essa oportunidade turística local.

Domingo, Outubro 11, 2009

Rees visita a terra natal

Na foto: Pedro Pernambuco, João Batistão Barbosa, Izaias Resplandes, Esther, Peter Jr. e Peter Rees, Maria de Lourdes Resplandes e Maria do Socorro Feitosa Batistão
* Izaias Resplandes

Acompanhado de seu filho Peter Daniel Rees Júnior e da nora Esther Yamamoto Rees, o poxoreano Peter Daniel Rees, que atualmente reside no Rio de Janeiro, retornou a Poxoréu, sua cidade natal, para reabastecer as baterias, neste 11 de outubro de 2009.

Peter Rees nasceu aqui, em 1943, sendo filho do casal de missionários neotestamentários John e Margarida Rees, ele popularmente conhecido como João Reis, que foi o fundador da primeira Igreja Evangélica de Poxoréu, a Igreja Neotestamentária, posteriormente encampada pela Igreja Presbiteriana do Brasil. Esse missionário chegou à região na década de trinta e aqui viveu até 1949, tendo pregado o Evangelho nessa cidade, aos índios boróros de Jarudore e também em Rondonópolis, Distrito de Poxoréu, à época. O upenino Jurandir da Cruz Xavier conta que, quando menino, andou em companhia de seu João, em suas peregrinações pelo Município e fala muito bem do saudoso missionário, que, diga-se de passagem, seria merecedor de uma homenagem nessa cidade, pelo esforço aqui desenvolvido na propagação do evangelho de Cristo e no desenvolvimento da região.

Rees tem poucas lembranças de sua infância nesta cidade, mas não perdeu a sua ligação umbilical com ela. Bebeu de sua deliciosa água e voltou como determina a tradição. Está em processo de aposentadoria e colocou em seus planos a possibilidade de viver a velhice nessa terra que o viu nascer.

Após o almoço na casa da matriarca dos Resplandes, Dona Maria, onde deliciou um arroz branco, acompanhado de jiripoca ao molho, pequi e gueiroba (que eu, como filho da cozinheira posso dizer que é prato de primeira), nós levamos o carioca poxorense para um tour pela cidade.
Passeamos pelas ruas do Centro Histórico, que praticamente era a cidade de seu tempo, apesar de seu Pedro Pernambuco dizer que em 1949 a cidade já chegava à ponte do Areia.

Ali ele pode apreciar a arquitetura antiga das casas de sua cidade, várias delas ainda datadas de origem: 1958, 1961, 1962. Também esteve na Vila Santa Terezinha, ao Estádio Diamante Verde e ao sopé do majestoso Morro da Mesa (do qual disse se lembrar bem).

No Centro Histórico teve um encontro com o upenino Kautuzum Araújo Coutinho e com o casal João Batista de Araújo Barbosa (filho de seu Quidim – José Euclides Araújo Barbosa) e Maria do Socorro Feitosa (filha de seu Bionor Fernandes Feitosa).
Também visitou a Barragem da Usina, as obras da nova ponte sobre o Rio Poxoréu (na saída para os Currais) e o Balneário Lagoa (que, infelizmente, escondera o seu encanto na vazante; estava sem água). Por último foi ao Acampamento Rio dos Crentes, onde se banhou nas refrescantes e cristalinas águas do Rio Areia. Aliás, todos banhamos, porque com o calor que estava, não dava para resistir àquelas águas convidativas. E ali terminou o passeio.

Ao cair da tarde, os visitantes tiveram que voltar a Rondonópolis, pois o jovem Peter Rees Júnior tem trabalho no Banco do Brasil, na terça, em Campo Grande, MS. Aliás, me disse ele que até a bem pouco trabalhava sob a chefia do Antônio Nival, que também retornou a Poxoréu após se aposentar.

Então é isso. Peter Daniel Rees, filho de Poxoréu, testemunha viva dos primeiros anos dessa cidade voltou para ver sua terra e deseja voltar outras vezes, para reconhecer os caminhos percorridos por seu pai, de saudosa memória. Não se decepcionou com o que viu, principalmente com os atrativos naturais. De recordação, além das fotos, levou ao Rio de Janeiro um exemplar da Antologia Poética Upenina, onde há o meu “Recado de Poxoréo”, para ajudá-lo a não romper com suas ligações com esta “terra tão bairrista”, mas também “tão brilhante”, ao ponto de ser comparada pelo poeta e cantor Aurélio Miranda como “uma estrela caída do céu”.

Para fechar o relato, agradeço ao visitante ilustre, dizendo-lhe: A cidade é sua, Rees. Aqui você sempre será bem-vindo. Volte quando sentir saudades. Teremos grande prazer em desfrutar de sua companhia, de suas histórias, de seu entusiasmo e de sua alegria.

Siga em paz, ande pelos caminhos da luz e que Deus esteja contigo.

Um novo dia para ser feliz


Hoje é um novo dia para ser feliz. Sem amarguras, sem tristezas, sem pensamentos negativos, sem invejas, sem maldades...


Hoje é um dia para ser feliz de verdade. Com prazer, com satisfação, com alegrias, com pensamentos positivos, com admiração, com bondade...


Hoje é um novo dia para compreender, perdoar, oferecer, dar e amar.


Aproveite esse novo dia. Ele é único e não se repetirá. Deus esteja contigo. Vamos a Igreja hoje. Vai ser muito bom te encontrar por lá.


Abraços.

Feliz aniversário, Waldomiro!

Waldomiro Resplandes de Sousa

Feliz aniversário!
Renove as suas esperanças, fortaleça as suas convicções porque a sua vida recomeça hoje com uma nova intensidade. Quanto mais se vive, mais se dá valor à vida, este maravilhoso dom de Deus.
Felicidades!

Muitas felicidades!
Sábio é o homem que conta e valoriza os seus dias, porque apesar deles não voltarem mais, cada um que se agrega aumenta as potencialidades da felicidade, da realização profissional e do sucesso. Cada novo dia deve ser bem-vindo e recebido com festas, porque é um novo sol que nasce e que caracteriza uma nova esperança de tempos melhores no horizonte, onde o nascer, crescer, florescer e morrer, pode se eternizar no nascer, crescer, florescer e viver para sempre.
Deus esteja com você e que Jesus seja uma luz em sua vida.
Abraços da Família Resplandes


Feliz aniversário!

Segunda-feira, Setembro 28, 2009

Feira das Ciências 2009


A Escola Pe. César Albisetti, Poxoréu, MT, Brasil, realizou no dia 25 de setembro de 2009 mais uma Feira das Ciências, sob a Coordenação Geral da Diretora Profª. Maura Rodrigues da Silva e Silva e das Coordenadoras Pedagógicas: Profª. Juscinéia e Profª. Sandra Maria Moraes Rangel Soares.

Neste ano de 2009, participaram as turmas dos períodos matutino e vespertino. Os alunos escolheram um tema geral para a turma e depois tiveram liberdade para desenvolver os subtemas co-relacionados.


Acompanhe nos próximos dias, diversas reportagens sobre a Feira.

Domingo, Setembro 20, 2009

A saudação do violeiro


Aurélio Miranda escreveu o seguinte depoimento em meu orkut:



Com certeza temos uma afinidade milenar de respeito e amizade, pois o tenho
como um grande líder espiritual e tento seguir seus conceitos e rastros de
procedimento social que tanto orgulha seus familiares e amigos, uma missão quase
impossível para mim, nesta lida política da música que as vezes nos faz chorar
por dentro e sorrir por fora.

Izaias Resplandes é sinônimo de caráter, dignidade, respeito
e liderança, por ter um dom que veio de DEUS! Você conhece o caminho
das pedras e não se engana com as pessoas. Fico grato por ter-me escolhido seu
amigo.

Parabéns por mais esse sucesso no curso de Direito, que te consagrou
como sempre em 1º lugar. Meu abraço carinhoso amigo e fraternal!!!



E eu comento, com prazer:


Violeiro... Com certeza, nós temos essa afinidade que você fala. A admiração é recíproca. Poucas pessoas têm elevado o nome de Poxoréu como você. Aurélio Miranda é um nome que jamais será esquecido na memória do povo desta terra. E a sua amizade muito me honra e envaidece. Não é qualquer um que pode ter a satisfação de dizer-se amigo de Aurélio Miranda.


Agradeço os seus cumprimentos. Sei que são sinceros. Temo pela responsabilidade que tais adjetivos possam exigir de mim. Receio não conseguir carregar esse fardo. Mas, pedindo a ajuda de Deus, que nunca me faltou, espero cumprir a meta estabelecida para, finalmente, poder melhor servir a essa cidade que me acolheu como um amigo querido.


Obrigado, Aurélio. E vamos em frente. Ainda teremos muitas lutas pelo caminho. Abraços.